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Azeite de Oliva: Como escolher?

Seja pra consumo “cru” ou seja para cozinhar, algumas dicas podem ser valiosas na hora de levar um azeite de oliva de qualidade pra casa.

1- Prefira sempre o azeite de oliva extra-virgem, principalmente se for para consumi-lo cru, sem submetê-lo ao calor. Ele contém mais compostos fenólicos de ação antioxidante e antiflamatório. Além disso, os azeites extra-virgens possuem um teor de acidez menor: de até 0,8%, o que indica uma maior quantidade e qualidade de ácidos graxos benéficos à saúde.

2- Certifique-se de que o teor de acidez do azeite seja de até 0,8%. Se tiver acesso a um de menor acidez ainda, melhor.

3- Ano de colheita. Diferente do vinho, o azeite não melhora com a idade, tente comprar o que estiver com a data de expiração mais longe.

4- Na lista de ingredientes, verifique se o produto é fabricado 100% de azeitonas (sem soja, girassol, etc.) Não pode em hipótese alguma conter qualquer outro tipo de óleo vegetal.

5- Prefira sempre os azeites envazados em garrafas de vidro de cor escura. Azeites armazenados em garrafa de vidro transparentes tem suas gorduras oxidadas com o tempo pelo simples fato de estarem em contato com a luz. Já os azeites embalados em garrafões de plástico ou em

latas (cuja película interna que está diretamente em contato com o óleo é um filme plástico) sofre contaminação pelas toxinas do plástico, como ftalatos e bisfenol.

6- Se o uso do azeite for para cozinhar, podes optar por um azeite “mais barato”, como virgem ou “tipo único” (mistura de azeite extra-virgem com virgem.) Esses tipos contem menos compostos antioxidantes, e por isso, um valor de acidez maior. Mas como ele será submetido ao calor, todo esse potencial será perdido inevitavelmente. Ainda assim, ele o azeite de oliva é a melhor opção para se cozinhar. É o óleo que produz menos toxinas quando aquecido e cujas toxinas são menos maléficas à saúde.

7- Mantenha-o armazenado bem fechado, longe do calor (por exemplo, o fogão) e luz.

8- Procure selos de qualidade, como o DOP (Denominazione d`Origine Protetta) e o Califórnia Olive Oil Coincil (COOC), que podem ajudar na escolha da procedência. Uma certificação orgânica também pode ser útil.

9- De tempos em tempos dê uma olhadinha nos sites de órgãos fiscalizadores como Inmetro e Proteste. Eles avaliam a qualidade de diferentes produtos disponíveis no mercado, nos alertando sobre itens adulterados e fraudados.

Andressa Tavares

CRN-8: 4938